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72ª Expogrande

Exposição é a Meca do gado de corte

19 março 2010 - 00h00

“Depois do Natal, da Páscoa e do Dia dos Namorados, a Expogrande é a época que mais movimenta o comércio em Campo Grande”. A afirmação é do presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia.

Segundo ele, é muito grande o impacto econômico que a feira tem sobre a capital. Hotéis, restaurantes e táxis são alguns dos segmentos citados por Maia como os que mais têm suas rotinas alteradas para melhor nos dias do evento.

Além disso, ele lembra que as centenas de expositores e shows geram milhares de empregos diretos e indiretos; que contratam de pedreiros a modelos. Quanto a sua expectativa para a feira deste ano, Maia destaca que é uma das melhores possíveis, pois, além do país estar se recuperando velozmente da crise financeira internacional de 2009, a produção agropecuária brasileira vem com força em 2010.

“Teremos a segunda maior safra de todos os tempos, a arroba do boi vem reagindo nos últimos meses, tudo isso indica que o produtor vai investir mais no seu negócio e a Expogrande é o lugar para ele fazer isso”, comenta.

Questionado a respeito da internacionalização da feira, Maia justificou a iniciativa dizendo que é o maior evento de comercialização de gado de corte do mundo e que Campo Grande é uma cidade estratégica para o Mercosul (Mercado Comum Sul). “Nós somos a Meca do gado de corte”, ressalta.