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Para fortalecer produção e indústria, Governo ouve demandas da cadeia do leite no Estado

27 abril 2018 - 13h17Por Com informações de Thiago Andrade – Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica

O Governo do Estado se reuniu na terça-feira (24) com a cadeia produtiva do leite de Mato Grosso do Sul, para ouvir as demandas dos produtores e indústrias e adotar estratégias para proporcionar mais rentabilidade e competitividade para o setor. A Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) participou do encontro.

 
O Sindicato das Indústrias de Laticínios de Mato Grosso do Sul (Silems) apresentou uma pauta com situações que dificultam a atividade e que podem ser analisadas pelo Governo do Estado. Eles reclamaram da existência de uma competição desleal em relação aos centros, que não estariam recolhendo os impostos devidos e os produtos chegam às prateleiras com preços abaixo da média local.
 
Os centros repassam o leite UHT produzido fora de Mato Grosso do Sul ao varejo para comercialização. Os laticínios locais fabricam leite de saquinho. Segundo Milene Nantes, presidente do Silems, o problema central é a diferença do preço entre os tipos de leite, que tornou-se muito pequena. “O leite de saquinho é, hoje, o único produto do Estado. O preço do UHT já chegou a R$ 1,75 para o consumidor, o que prejudica a indústria que se beneficia do leite ‘barriga mole’ e seus derivados”, apontou.
 
“Estamos engajados em verificar qualquer distorção e garantimos que será corrigida de imediato. É preciso observar o que está causando a disparidade de preços entre o leite produzido no Estado e o que vem de fora”, apontou o governador Reinaldo Azambuja. Segundo ele, a pauta é pertinente, uma vez que o Estado pode estar deixando de arrecadar.
 
Titular da Semagro, o secretário Jaime Verruck aponta que é necessário criar meios para a proteção da indústria local. “Nosso foco neste momento é como manter e crescer o segmento, para que a gente consiga principalmente, aumentar a rentabilidade do produtor, estimular a cadeia produtiva do leite, remunerando melhor o produtor, para que ele possa usar novas tecnologias e com assistência técnica adequada. Nós temos que processar e vender o produto de MS no Estado”.
 
O secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, afirma que Secretaria de Estado de Fazenda realizará os levantamentos necessários para conferir se há algo de errado no cálculo da tributação dos centros de distribuição. Caso haja, caberá fazer a autuação e a notificação, quando necessário. “O prejuízo para o Estado é algo que não podemos aceitar e é isso que ocorre quando o recolhimento de impostos é feito de maneira indevida”, pontua.
 
 

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