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BOI GORDO

No mercado de SP, boi gordo sobe R$ 5/@ e novilha tem alta diária de R$ 3/@

As expectativas para a última semana de novembro apontam para um mercado mais ativo nos volumes de compras

24 novembro 2023 - 07h31Por DBO Rural

Nesta quinta-feira (23/11), depois de um longo período de estabilidade, os preços dos animais prontos para abater subiram nas praças pecuárias paulistas, apurou a Scot Consultoria.

O macho terminado “comum” (direcionado ao mercado doméstico) teve acréscimo de R$ 5/@, chegando a R$ 237/@, enquanto o “boi-China” registrou alta diária de R$ 2/@, atingindo R$ 245/@ (valores brutos e a prazo).

Portanto, no Estado de São Paulo, o ágio do animal com padrão-exportação (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) chegou a R$ 8/@, informa a Scot.

O preço da novilha subiu R$ 3/@ nesta quinta-feira, nas praças paulistas, para R$ 228/@. Por sua vez, o valor da vaca gorda permaneceu estável, em R$ 215/@, acrescenta a Scot.

A S&P Global Commodity Insights também captou operações de compras (de boiadas gordas) em patamares superiores, “um reflexo da necessidade das indústrias em recompor as suas escalas de abate, tendo em vista que as operações permaneciam represadas entre 5 a 7 dias ao longo da semana em curso”.

Pelo levantamento atual da S&P Global, após as aquisições de lotes terminados, as programações de abate avançaram entre os frigoríficos do País, “agora entre 7 a 9 dias”.
“Agora, as indústrias devem sair do mercado de forma a conter avanços mais significativos nas precificações”, observa a S&P Global.

“Compradores entraram no mercado ofertando preços acima dos vigentes, alongam as suas operações de abate e logo em seguida se ausentam das negociações”, ressalta a consultoria.

Tal estratégia, continua a S&P Global, tem mantido o mercado do boi gordo em ritmo lento, apesar das condições positivas para novos avanços na arroba.

Porém, segundo a consultoria, as expectativas para a última semana de novembro (e também para a virada do mês) apontam para um mercado mais ativo nos volumes de compras (de animais gordos), devido ao recuo de ofertas de lotes já terminados, além da esperança de uma demanda interna (pela carne bovina) mais forte, estimulada pelas comemorações de fim de ano.