Fevereiro registrou alta nas cotações do boi gordo na maior parte do país. Na média nacional, a arroba avançou 4,49% no comparativo mensal, alcançando R$ 321,75/@. O movimento foi sustentado pela menor disponibilidade de animais terminados e por escalas de abate mais curtas, em torno de 5 dias úteis na média do Brasil.
No mercado de reposição, a valorização ocorreu de forma mais moderada. O bezerro subiu 1,50% frente a janeiro, com preço médio de R$ 3.047,35 por cabeça, o maior nível da série histórica.
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Como consequência, a relação de troca entre o bezerro de 200 kg e o boi gordo de 20 arrobas encerrou fevereiro em 2,11 cabeças por cabeça na média nacional, avanço de 2,94% em relação ao mês anterior.
A melhora do indicador decorre da alta mais intensa do boi gordo em comparação ao bezerro.
Apesar disso, a relação de troca permanece 7,95% abaixo da média histórica.
Para março, a expectativa é de manutenção do viés firme nas cotações, porém em ritmo menos acelerado que o observado em fevereiro. O consumo doméstico tende a mostrar maior cautela após o período de Carnaval, enquanto o mercado externo segue aquecido, oferecendo sustentação adicional aos preços.




