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Mahindra, automóvel indiano para as fazendas brasileiras

05 outubro 2009 - 00h00

Robustez e alta durabilidade são o que os carros da companhia indiana Mahindra oferecem aos seus compradores. No Brasil a marca já está presente há três anos com o modelo Scorpion. Em Campo Grande a primeira concessionária foi inaugurada no dia 20 de julho. “Nosso objetivo é vender para o pecuarista um carro que seja resistente e que atenda suas necessidades com elevado custo-benefício”, diz Aurora Crescêncio Lamônaco Palazzini, proprietária de quadro revendas da marca.

Antes de abrir a concessionária, Aurora testou o veículo por dois anos nas estradas entre as fazendas que tem em Campo Grande. “Queria ter a certeza de que estava vendendo um carro de qualidade, pois sou médica veterinária e pecuarista, e sei da necessidade de se ter um veículo que pode encarar qualquer terreno”, explica. “Para mim, é uma realização pessoal estar comercializando um automóvel que atende ao produtor”.

Segundo Aurora, além da robustez no campo e conforto na cidade. os carros da Mahindra estão à disposição no mercado com um preço bem mais acessível do que os dos concorrentes. A versão mais barata sai por R$ 59,900, uma pick-up chassi, com direção hidráulica, tração nas quatro rodas e motor diesel de 2,6 litros, projetado pela Mercedes-Benz. “Não tem concorrente para esta camionete”, salienta.

Se, para a pick-up chassi não há produto similar, o mesmo não acontece com a pick-up cabine dupla, seguimento onde a briga por espaço é feia. Mas, conforme Aurora, o diferencial da Mahindra é o preço, R$ 79,864, e a quantidade itens de fábrica, que só não trazem freios ABS, rodas de liga leve e bancos em couro. A versão SUV (Sport Utility Vehicle) vem ainda mais completa incluindo até os bancos em couro.

De acordo com a gerente da concessionária, Sandra Tavares, na Índia o carro transporta até oito pessoas. “Mas no Brasil ele foi homologado para sete”, lembra. Ela mostra as vantagens do carro e explica como é versátil.

“Se você precisa colocar sete pessoas aqui, mais a bagagem, vai precisar usar um bagageiro externo no teto. Se precisa de espaço aqui atrás, é só rebater o último banco. Pode-se levar o que quiser. Se precisar de mais espaço ainda, o banco do meio também é rebatível”.

Aurora garante que os quem comprar um Mahindra não vai ficar sem suporte. “Depois de certa quilometragem o veículo necessita de uma revisão para apertar alguns parafusos e coisas assim, para isso temos nossas concessionárias que dão esta atenção aos nossos clientes”, disse salientando que o interesse da marca é se fixar no mercado brasileiro. “Não somos aventureiros que queremos vender depois ir embora. Por isso, não fazemos questão de um crescimento explosivo, mas sim sólido”, finaliza.