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Com 52 projetos rurais, Conselho aprova R$ 115 milhões em financiamento do FCO

08 junho 2018 - 02h28Por Semagro

O CEIF-FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis do FCO) analisou 65 cartas consultas durante a reunião ordinária n° 6 realizada na nesta quinta-feira (07), em Campo Grande.  Os números mostram participação massiva do setor rural, que antecipou seus projetos para evitar a mudança na taxa de juros que deve ocorrer em julho.

Do total de cartas consultas, apenas seis são referentes ao setor empresarial, que continua com demanda lenta devido a mudança da taxa de juros para variável no início do ano. Os projetos de hoje do setor somam R$ 10 milhões entre novos e ampliações de empreendimentos.
 
Já o setor rural teve 52 cartas consultas aprovadas, que somaram R$ 105 milhões. Os projetos estão, em maioria, ligados a reforma de pastagens, aquisição de armazéns e de máquinas, mantendo a tendência das reuniões anteriores, com destaque para a importância de ampliar a capacidade de armazenagem do Estado.
 
O Conselho do FCO é presidido pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) e a reunião de hoje ocorreu na Fiems (Federação da Indústria de MS), antecedendo encontro da Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste).
 
Presidente do CEIF, o secretário Jaime Verruck, explica que o FCO continua como uma boa opção para financiamento de projetos rurais e empresariais, porém a mudança na taxa de juros do crédito rural pode travar a contratação dos recursos. “A mudança ainda está sob análise do Ministério da Integração e o prazo termina dia 30 de junho. Como estamos no meio do ano e a alteração gera uma parada para ajuste do sistema, a decisão pode comprometer toda a contratação de recursos deste ano”, destaca o secretário.
 
A reunião aprovou ainda a inclusão de aquisição de matrizes para produtores que fazem recuperação de pastagens no Pantanal, atendendo a solicitação feita pela Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de MS). “A alteração vai ao encontro da nossa política de incentivar práticas sustentáveis na região pantaneira, sendo importante para manter a qualidade do produto”.