Menu
Busca terça, 29 de setembro de 2020
Busca
(67) 3345-4200
Campo Grande
37ºmax
20ºmin
Notícias

Chuvas atrasam final da colheita de milho na Argentina

05 julho 2011 - 12h24Por Reuters
Chuvas atrasam final da colheita de milho na Argentina

As chuvas que atingiram a Argentina na semana passada atrasaram o final da colheita de milho do ciclo 2010/11, embora os trabalhos sigam dentro da normalidade em áreas com clima mais seco, disse o Ministério da Agricultura em seu último relatório semanal.

A Argentina é o segundo maior exportador mundial de milho, atrás dos Estados Unidos, e os agricultores vêm obtendo altos rendimentos, em que pese o clima seco provocado pelo fenômeno climático La Niña até o começo deste ano.

"De forma lenta, e interrompida ocasionalmente por chuvas, a colheita continuou em Tandil --na área central da província de Buenos Aires -, estimando-se que no correr desta semana ela seja concluída", assinalou o ministério em seu relatório de safra.

Até quinta-feira, os produtores haviam colhido 87 por cento, dos 4,34 milhões de hectares semeados com o cereal, avanço de dois pontos porcentuais ante a semana anterior, mas 4 pontos atrás do nível registrado na safra anterior.

O governo estimou a colheita de milho em 2010/11 de 21,6 milhões de toneladas, enquanto o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previu a produção argentina de milho em 22 milhões de toneladas.

TRIGO

A semeadura de trigo 2011/12 também prosseguiu na semana passada, apesar das chuvas isoladas que interromperam trabalhos em distintas áreas nas províncias de Buenos Aires, Córdoba e Entre Rios, algumas das principais regiões produtoras.

Até quinta-feira, os produtores haviam sugerido 54 por cento dos 4,7 milhões de hectares estimados para o trigo na atual safra, com um avanço semanal de 10 pontos percentuais, mais 4 pontos atrás se comparado ao ciclo anterior.

O USDA estima a produção argentina de trigo em 15 milhões de toneladas.

A colhetia de soja da safra 2010/11 está praticamente concluída com 99 por cento dos 18,7 milhões de hectares já colhidos. O governo estima a safra da oleaginosa em 49,6 milhões de toneladas, apenas 100 mil toneladas a mais que o volume previsto pelo USDA.