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Sociedade manifesta insatisfação, contra proibição de shows no parque

27 janeiro 2011 - 10h58Por Redação Acrissul

Em matéria divulgada sobre decisão de Ministério Público em proibir shows e rodeios no parque de exposições, o site de notícias Campo Grande News,  teve grande mobilização de seu público expressa  em comentários que refletem a grande insatisfação na maioria da sociedade, ponderando desta forma  o fim das melhores opções de lazer e cultura na capital na maioria da opiniões publicadas dos leitores, a Acrissul também recebeu contatos via email do público em geral, que compartilhou a decepção e a perda que esta decisão traz aos Campograndenses.

Em entrevista com Vice-Prefeito

                No programa Caminhos da Produção desta quarta (26),  programa comandado por Francisco Maia  presidente da Acrissul, e exibido no Canal Agromix, o Vice-Prefeito de Campo Grande Edil Albuquerque expressou sua opinião sobre o assunto “ eu acho que a justiça não conhece todos os impactos que esta decisão pode trazer a sociedade, e que diante de todos argumentos expostos pela Acrissul esta medida tem que ser revista, o parque de exposições Laucídio Coelho é muito importante, pois é até nele que a Prefeitura realiza a tradicional festa de Santo Antônio, a justiça é soberana mas também é flexível, e para isso conte com o apoio do poder público” afirmou Edil em entrevista no programa.

Sobre a JPL3 promoções

                O empresário Pedro Paulo da JPL3 promoções, responsável pela grade de shows da Expogrande 2011, afirmou que realmente é uma pena uma decisão como esta, pois o nosso parque de exposições é um dos melhores em infra-estrutura no circuito nacional, e a grande perda é para toda sociedade que na ampla maioria é a favor dos shows, em entrevista argumenta “se não for lá os shows será na onde? existe alguma estrutura na capital melhor do que o parque Laucídio Coelho? “ interroga Pedro Paulo.

Em pronunciamento

                O presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) Francisco Maia afirmou “Eu quero acreditar que o promotor sabe de outro lugar em Campo Grande que comporte um grande show e não provoque impacto ambiental,  é preciso entender que a Expogrande não é apenas uma oportunidade de assistir a um show. Os jovens consomem, compram roupa nova, movimentam a economia. Acabando o show, não tem mais comércio, inclusive para os informais, que ficam no entorno do Parque vendendo cerveja, refrigerante e alimentos, , vamos realizar a Expogrande, com seus 52 leilões confirmados e todas as atividades que não envolvam show. Mas sem os músicos, sem os ídolos da população, o que antes era uma festa popular vai se tornar somente uma feira do agronegócio” afirmou Maia em pronunciamento.