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Preços do frango vivo conseguiram se manter estáveis mesmo no período de baixo consumo

06 março 2017 - 00h00Por Notícias Agrícolas

“Conforme esperado o escoamento da carne de frango durante a segunda quinzena foi mais moroso”, diz o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Por outro lado, dados da Apinco apontam que o setor continua com movimento de controle da produção. Em janeiro foram produzidos 535 milhões de cabeças, 4,42% abaixo do mesmo período do ano passado.

A expectativa, portanto, é de com a virada do mês os preços possam retomar a curva do crescimento, especialmente porque diante das dificuldades financeiras das famílias, a carne de frango se torna a opção mais atrativa.

Cálculos do Cepea apontam que, na média de fevereiro, a diferença entre as cotações da carcaça especial suína e as do frango inteiro resfriado, ambos negociados no atacado da Grande São Paulo, chegou a ultrapassar os 4 reais/kg.

O levantamento de preços realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, apontou que o maior preço pago pelo animal vivo ocorre na praça de Minas Gerais, seguido de São Paulo e Rio Grande do Sul.

Exportações

As vendas de carne de frango 'in natura' ao exterior no mês de fevereiro [dezoito dias úteis] alcançaram 301 mil toneladas, um resultado 7,5% menor que em janeiro. Na comparação anual, porém, o avanço foi de 4,51%, onde foram embarcados 288 mil toneladas.

A receita atingiu US$ 501,9 milhões, 29% acima do registrado em igual período de 2016 e queda de 4,31% em relação a receita de US$ 524,527 milhões de janeiro.

O preço médio da tonelada embarcada, de US$ 1.667,70, ficou 3,5% acima ante o registrado no mês passado e 23,1% maior em comparação com igual mês de 2016.