O mercado físico do boi gordo atravessa um período de maior firmeza nos preços em 2026. A oferta de animais terminados segue restrita, com escalas de abate, em média nacional, atendendo a apenas quatro dias, o que sustenta o poder de barganha do pecuarista.
As boas condições de pastagem favorecem a retenção do gado e a venda parcelada dos lotes, fortalecendo as negociações com a indústria frigorífica. Ao mesmo tempo, o mercado doméstico de carne apresenta bom escoamento e as exportações avançam em ritmo consistente, dando suporte adicional às cotações.
Nesse ambiente, a arroba rompeu novos patamares e registra negócios firmes a R$ 355,00 em SP, consolidando o estado como referência nacional.
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No curto prazo, os produtores buscam superar a marca de R$ 360,00, em um cenário no qual quem dispõe de boi terminado dita o ritmo das negociações.
Mercado do boi
Na sexta-feira, no fechamento do mercado, das dezessete regiões monitoradas, houve valorização em dez: AC, AL, BA, ES, MA, MS, MT, RJ, RO e RS. As demais ficaram laterais: SP, GO, MG, PA, PR, SC e TO.
Já nesta segunda -feira, a arroba em SP avançou para R$ 355,00. As demais regiões também registraram ajuste positivo, com média de R$ 327,20.
Das dezessete praças, dez apresentaram valorização: SP, GO, MG, MS, MT, PA, PR, RS, SC e TO. As demais, AC, AL, BA, ES, MA, RJ e RO, permaneceram com preços inalterados.




