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Funai notifica fazendeiros e retoma estudo antropológico

14 maio 2010 - 00h00Por Campo Grande News, por Ângela Kempfer.

O coordenador de meio ambiente da Funai Jorge das Neves, e o procurador da República em Mato Grosso do Sul, Thiago dos Santos Luz, percorrem nesta manhã fazendas na região Miranda, para notificar produtores rurais sobre a retomada de estudos antropológicos para demarcação de território indígena.

O aviso com um mês da antecedência foi determinado pela Justiça, a pedido da Famasul (Federação de Agricultura de Mato Grosso do Sul).

As áreas são vizinhas as aldeias Passarinho e Moreira, que tiveram o processo de ampliação suspenso por conta da briga judicial travada entre produtores e índios da etnia terena.

Eles reivindica o território indígena Pilad de Robuá, que abrange áreas das propriedades São Sebastião, Chácara Nade, Pesqueiro Joaquim do Miranda, Fazenda Baiazinha, Chácara Aconchego e Fazenda Canaã.

A partir da notificação, começa a correr o prazo de um mês, quando será retomado o trabalho de estudos antropológicos, com equipes já formadas pela Funai, que vão detectar se as terras são passiveis de demarcação.

Também em Miranda, cerca de 600 famílias da aldeia Cachoeirinha permanecem acampadas na fazenda Petrópolis, da família Pedrossian. Eles aguardam ainda para esta quinta-feira a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a retomada dos estudos antropológicos no local.