Desde o fim do ano passado, quando a crise no setor frigorÃfico gerou demissões de nove mil funcionários, segundo o sindicato laboral, quatro mil já foram recontratados em Mato Grosso do Sul.
“E neste último trimestre do ano mais de 2 mil funcionários serão contratados para atender aos compromissos internos e externos do mercado da carne”, diz o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação de Mato Grosso do Sul, Vilson Gimenes Gregório, que está bem otimista com o quadro econômico do Estado.
Só em Campo Grande, segundo ele, dois frigorÃficos que reativaram os abates recentemente, deverão contratar em torno de 1.500 funcionários nos próximos meses. “Ao que tudo indica, além de recuperarmos os mais de 6 mil empregos que perdemos com a crise da carne, vamos ganhar ainda novas frentes de trabalho, favorecendo novos profissionais que estão ingressando no mercado”, afirmou Vilson Gregório.
Sobre a fusão do frigorÃfico Bertin com o JBS, que ocorreu no inÃcio do mês, Gregório disse que é cedo para qualquer avaliação do ponto de vista de benefÃcios para os trabalhadores.
“Não sabemos ainda como será o comportamento dessa sociedade com relação à mão-de-obra. Ou seja, não sabemos se eles pretendem valorizá-la financeiramente, aumentando inclusive as oportunidades de emprego, ou não. Temos que dar tempo ao tempo”, afirma.





