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Famasul discute situação dos índios na BR 163 com Funai

28 setembro 2009 - 00h00Por Famasul | Assessoria de Imprensa

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Ademar da Silva Junior, e o vice-presidente da instituição, Eduardo Riedel, se reuniram na tarde de ontem (24), com a administradora executiva regional da Fundação Nacional do Índio no Conesul, Margarida de Fátima Nicoletti. O encontro aconteceu às 15h30 na sede da Funai, em Dourados.

Participaram da reunião os presidentes dos sindicatos: Marisvaldo Zeuli, de Dourados; Maurício Koji Saito, de Itaporã; Luciano Muzzi Mendes, de Maracaju; e Leonardo Mendonça Thomaz, de Rio Brilhante.

“Viemos trazer a nossa preocupação à Funai, que é a responsável pelos índios que estão acampados na BR-163”, afirma o presidente da Famasul, que chamou a atenção quanto aos riscos que os índios estão sujeitos acampados naquele local: atropelamento, acidente, doenças, etc.

O presidente Ademar frisa que, a intenção é que os índios saiam da BR e mudem o acampamento para a região do Panambi. “Saímos da reunião com a garantia de que a Funai vai conversar com as lideranças indígenas para tentar levá-los para suas aldeias de origem até que toda a questão jurídica das demarcações possa ser resolvida”.

A instituição propôs ainda assistência para que os índios possam formar um novo acampamento na aldeia Panambi, onde eram assentados e ofereceu infra-estrutura para que isso possa ser feito.

Além da Funai, a preocupação também foi levada à Polícia Federal.

Outro objetivo da visita, para o presidente, é a tentativa de desmistificar a imagem que a Funai tem do produtor rural. “Só queremos garantir o direito de propriedade dos trabalhadores rurais sem violência e respeitando a legislação brasileira”, afirma.