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Eduado Riedel fala de desenvolvimento sustentável no Fórum Rural Brasileiro

05 abril 2018 - 20h56Por Assessoria de Imprensa da Acrissul | Expogrande
Com o tema “Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente”, o secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, falará com os produtores rurais do Estado durante o “1º Fórum Rural Brasileiro - Riscos e Oportunidades para o Futuro do Campo”, que a Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e a Embrapa vão realizar nesta sexta-feira (6/4), das 8 às 17 horas, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, como parte da programação da 80ª Expogrande.
 
Segundo Eduardo Riedel, o agronegócio brasileiro é uma potência de produção e uma potência ambiental e todos os indicadores mostram que, além de um ator extremamente importante para a produção de alimentos para o mundo inteiro, o Brasil é um País que conseguiu conciliar produção com preservação. “Esse é um grande ativo que nós temos. Nosso desafio é fazer com que isso seja reconhecido mundo afora pelos mercados e que esse ativo seja valorado também, de modo que se consiga internalizar recursos e que isso chegue ao produtor”, declara.
 
Ele acrescenta que, na preservação, um grande marco legal é o Código Florestal Brasileiro, que foi ratificado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). “Sem dúvida é um marco na evolução da agropecuária brasileira. Nossos produtores estão de parabéns por construir essa relação entre produção e preservação de maneira tão firme”, analisa o secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica.
 
Eduardo Riedel acrescenta que há duas linhas em torno do que se pode chamar de sustentabilidade na produção agropecuária. “A preservação legal através das reservas legais e das áreas de preservação permanente ajudam a manter a nossa biodiversidade nos cinco biomas brasileiros. Essa é uma essência muito importante da maneira como trabalhamos a sustentabilidade. Se levarmos em conta o que é preservado dos biomas do mundo inteiro, o Brasil tem percentuais altíssimos de preservação”, destaca.
 
O secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica cita que a segunda linha aponta que os modelos de preservação implementados no Brasil são baseados no uso de tecnologia e, consequentemente, fazem com que haja um balanço de carbono extremamente positivo em relação ao volume final de emissão dos gases de efeito estufa. “Temos a incorporação de técnicas como o plantio direto na palha, o aumento de produtividade”, pontua.
 
Ele reforça que a análise científica desses balanços e dos números traz informações extremamente importantes, no sentido da sustentabilidade e do ponto de vista ambiental. “O Brasil fez o dever de casa em relação à emissão dos gases de efeito estufa. Às vezes, acusa-se a pecuária de uma grande emissão, mas esse discurso é falacioso, porque se fala somente da emissão e não da incorporação, quando o que realmente interessa é o balanço”, afirma, completando que pretende aprofundar o assunto durante a palestra.