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Brasil ainda deixa a desejar na produção de ovos

24 setembro 2009 - 00h00Por Avisite

Embora esteja entre os 10 maiores produtores mundiais de ovos, o Brasil ainda deixa a desejar quando, na tentativa de se levantar um aparente consumo per capita, se correlaciona a produção com a população.

Assim, embora ocupe a sétima posição na produção mundial, de imediato o País perde uma posição (cai para o 8º posto entre os 10) no tocante ao equivalente per capita (EPC, indicador encontrado dividindo-se a produção total pelo número de habitantes do País e supondo-se um ovo de 60 gramas). Mas não só isso. Porque o EPC apontado – 149,2 ovos per capita anuais para o Brasil – corresponde a menos da metade do EPC observado, por exemplo, no Japão e no México. E mesmo tomando-se como referência um país com população relativamente similar à brasileira (caso da Rússia), fica claro que a posição do Brasil é visivelmente inferior.

Note-se que o EPC representa apenas um referencial para análise, não correspondendo necessariamente, ao consumo per capita dos países apontados. Exemplificando, nos EUA o EPC é de 288 ovos per capita anuais, mas o consumo efetivo gira em torno das 250 unidades ano. A diferença, no caso, refere-se a produto exportado.

De toda forma, o EPC brasileiro sugere que a avicultura de postura ainda tem um longo caminho a percorrer. Pois enquanto o índice dos mexicanos sugere quase 30 ovos por mês, o do Brasil mal chega a uma dúzia mensal.