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Agricultura

Agricultura sustenta PIB agro, que cresce 4,4% de jan a nov/16

06 março 2017 - 00h00Por Cepea

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro teve ligeira alta de 0,05% em novembro/16, acumulando crescimento de 4,39% na parcial de 2016, segundo estimativas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, feitas em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Segundo pesquisadores, o impulso continuou vindo especialmente dos bons resultados das atividades agrícolas.

O ramo agrícola apresentou crescimento de 0,18% no mês, acumulando alta de 5,6% nos 11 primeiros meses de 2016. Praticamente todos os segmentos do ramo (primário, processamento industrial e serviços) tiveram desempenho positivo. De acordo com levantamento do Cepea/CNA, o maior crescimento foi verificado para o conjunto de atividades “dentro da porteira” (segmento primário), de 0,46% em novembro e de 10,32% no ano, favorecida pelas elevações reais de preços, acima dos 50% na comparação com 2015, principalmente da mandioca, milho e feijão. Por outro lado, o grupo de insumos registrou queda de 0,17% no mês; ainda assim, acumulou alta de 3,03% no ano.

Já quanto ao ramo da pecuária, os dados do Cepea/CNA apontam queda de 0,25% em novembro, mas crescimento de 1,8% nos primeiros 11 meses do ano. No mês, apenas o segmento de insumos deste ramo apresentou crescimento, de 0,26%, enquanto a indústria teve a maior baixa, de 0,98%. Já no acumulado do ano, as altas são de 3,98% para insumos, de 2,08% para as atividades do segmento primário da pecuária, de 0,25% para a indústria e de 0,93% para serviços.

Segundo pesquisadores do Cepea, a conjuntura macroeconômica brasileira de 2016 confirmou-se desfavorável e 2017 segue no campo da incerteza, ainda que projeções deem sinais de recuperação. De acordo com o relatório Focus do Banco Central de 13 de janeiro de 2017, prevê-se crescimento de 0,5% do PIB brasileiro em 2017, com IPCA próximo ao centro da meta de inflação, e taxa de câmbio a um patamar próximo ao atual. Tais projeções indicam melhora nas expectativas do mercado, mas ainda observam-se a resiliência da crise político-institucional brasileira e a incerta eficácia das reformas apresentadas pelo governo até o momento, que, aliados à elevação sistemática da taxa de desemprego e à queda de renda da população, ainda não permitem a configuração de perspectivas otimistas.

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