Segundo o levantamento, apenas 1% dos entrevistados afirmaram ter como meta parar de consumir carne bovina a curto prazo. No total, apenas 3% acreditam que o alimento não traz benefícios à saúde. A maioria esmagadora, 72%, pretende manter o nível atual de consumo, enquanto 12% dizem que vão reduzir e outros 12% pretendem aumentar a ingestão de carne bovina.
O estudo também detalha aspectos do comportamento de consumo. Para 73% dos entrevistados, a carne é consumida principalmente em casa, durante o almoço; o tradicional churrasco com amigos aparece em segundo lugar, citado por 62%. No momento da compra, os supermercados são o principal canal, escolhido por 69% dos consumidores, à frente de açougues e boutiques de carne.
A pesquisa investigou ainda percepções sobre sustentabilidade na produção, bem-estar animal, rastreabilidade e preferência por raças no momento da compra, fornecendo insights estratégicos para as ações de comunicação do movimento junto à sociedade.
O movimento A Carne do Futuro é Animal é uma iniciativa do Canivete Pool, projeto criado por produtores do Mato Grosso com o objetivo de auxiliar a gestão das fazendas, aumentar a produtividade média e melhorar indicadores de sustentabilidade da carne produzida. Criado em 2022, o grupo conta atualmente com 74 membros em 27 municípios do estado, que juntos devem abater mais de 200 mil cabeças de gado neste ano.






