Mercado mantém movimento consistente de valorização
As condições climáticas favoráveis, com a recuperação das pastagens após as chuvas, permitem ao pecuarista reter os animais no campo e escalonar as vendas, ampliando seu poder de barganha
O mercado físico do boi gordo mantém, desde meados de janeiro, um movimento consistente de valorização .
As negociações da última semana registraram preços firmes e viés de alta na maior parte das praças pecuárias,
embora, nas dezessete regiões monitoradas, tenham sido observadas cotações estáveis, reflexo de negociações pontuais e da “queda de braços” entre compradores e vendedores.
A sustentação desse cenário está diretamente ligada à oferta restrita de animais terminados, que tem dificultado o alongamento das escalas dos frigoríficos para além de cinco dias de abates. Esse fator tem pressionado a indústria a conceder reajustes, reforçando a tendência de alta no curto prazo.
Com a virada para fevereiro, o mercado consolidou novas referências de preços em diversas regiões, com expectativa de que a arroba se aproxime de R$ 350,00 em SP no curtíssimo prazo. O avanço das cotações ocorre em um ambiente de demanda firme, sustentada tanto pelo mercado interno quanto pelo ritmo elevado das exportações .
Mercado do boi
As condições climáticas favoráveis, com a recuperação das pastagens após as chuvas, permitem ao pecuarista reter os animais no campo e escalonar as vendas, ampliando seu poder de barganha.
Diante desse conjunto de fatores – oferta curta, demanda aquecida, escalas enxutas e maior retenção de gado – o mercado do boi gordo segue com viés altista, indicando espaço para novos ajustes positivos no curto prazo.
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