Menu
Busca sexta, 18 de setembro de 2020
Busca
(67) 3345-4200
Campo Grande
36ºmax
21ºmin
Notícias

Ribas do Rio Pardo contribui para estudo de índice de inflação do agronegócio de MS

12 setembro 2012 - 23h07Por Assessoria

 Com 1,1 milhão de cabeças, o município de Ribas do Rio Pardo, na região central de Mato Grosso do Sul, distante 84 da capital, concentra o segundo maior rebanho bovino do Estado. Devido a contribuição da pecuária para a economia sul-mato-grossense, Ribas foi escolhido para integrar um projeto que irá apontar indicadores como custo de produção e índice de inflação do agronegócio.

“As decisões de preço são tomadas tendo como referência o que é praticado em São Paulo. Com levantamento de valores no Estado, o produtor poderá analisar melhor sua atividade”, diz o gerente de estabelecimento comercial agropecuário de Ribas do Rio Pardo, Thiago Magrin. A empresa que Thiago gerencia irá contribuir no projeto Indicadores Econômicos, desenvolvido pela Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e Associação de Produtores de Soja do Estado (Aprosoja/MS), com a parceria do governo do Estado e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Outros 21 municípios estão contemplados no projeto. A equipe da Famasul visita, até o final de setembro, os principais estabelecimentos que comercializam insumos ligados às cadeias produtivas da bovinocultura de corte, de leite, soja, milho, silvicultura, cana de açúcar. “Vamos levantar e atualizar os preços mensalmente para colaborar nesses indicadores”, explica a assessora técnica da Famasul, Adriana Mascarenhas.

Uma das metodologias adotadas pelo projeto Indicadores Econômicos é a formação da Matriz Insumo Produto (MIP), que vai levantar, além do preço dos insumos, dados como taxas de câmbio, impostos, valor de mão de obra, entre outros. “Trata-se de um conjunto de informações detalhadas sobre a estrutura produtiva do Estado que vai permitir avaliar os bens intermediários e finais. Essas informações auxiliam nas análises econômicas para fomentar políticas públicas mais assertivas”, finaliza.