O Ãndice de chuvas no mês de janeiro provoca reflexos no preço das hortaliças em Campo Grande e chega a dobrar o preço de produtos.
O tomate, por exemplo, que chegou a custar R$ 1,99 saltou para R$ 3,99 no mercado da rede Pires no bairro Tiradentes. No entanto, a faixa de preço do produto segue semelhante ou até mais cara em outros locais da cidade.
O gerente do mercado, Marcos Ronchi de Araújo, explica que as constantes alterações no clima afetam, não só o custo, mas a qualidade dos produtos.
“O alface mesmo está numa qualidade ruim. Pago R$ 1,50 (pé) e hoje comercializo a R$ 1,99, mas na verdade poderia custar R$ 0,50”, admitiu, pontuando que os estabelecimentos que possuem o produto em boa qualidade recorrem à importação, no entanto, os custos chegam a ser ainda maiores.
Ronchi diz ser comum nesta época do ano o preço das hortaliças sofrerem alterações e cita a dificuldade de fornecedores.
“Tem fornecedor que revelou ter perdido toda a lavoura de alface. A situação deles também é ruim porque num dia chove muito e no outro o sol aparece com intensidade, o que faz todo o produto ficar comprometido”, explicou, insistindo no caso das folhagens. “Alface é algo muito escasso”.
Em outro mercado, o Primavera, no bairro Rouxinóis, o proprietário Rogério Laporte assegura que chegou a pagar R$ 10 na caixa da folha na semana passada. O preço saltou para R$ 20. "Um fornecedor que nos atende disse que dentro de um mês não pode me atender porque a lavoura foi prejudicada", conta.
Na outra ponta, o consumidor também já sente os reflexos. Débora Cury, 54 anos, diz que compra hortaliças duas vezes por semana e sentiu o preço mais salgado nos últimos dias, bem como a qualidade comprometida.
Já Luana Locatelli, 26 anos, citou que chegou a pagar, recentemente, R$ 1,99 no pé do alface e hoje pagou R$ 4.
“Está bem mais caro”, respondeu, de pronto, Rosélia de Fátima, 34 anos, ao ser questionada se percebeu alteração no custo das hortaliças. Ela comprava tomate com o preço de R$ 4,19 o quilo. Segundo ela, o produto estava na casa dos R$ 3 em sua última compra.
Para Bárbara Stefanelo, 25 anos, o que mais chamou atenção na compra hoje foi o quilo da laranja. “Esses dias paguei R$ 0,80 no quilo e agora está R$ 1,60”, exclamou a estudante.
Acidentes nas rodovias aumentaram 50% neste ano em MS
22 de fevereiro de 2012
Com 12 mortes em rodovias e no perÃmetro urbano registradas desde sexta-feira até a noite de ontem (21), o Carnaval deste ano em Mato Grosso do Sul ...
Governo quer levar internet com preços populares às residências rurais até o fim do ano
22 de fevereiro de 2012
A cada ano, novas técnicas aumentam a produção e diminuem as perdas no campo. É a tecnologia a serviço do agricultor. O acesso à internet, que f...
Sebo bovino é alternativa viável para produção de biodiesel
22 de fevereiro de 2012
O Brasil usa atualmente 5% de biodiesel na mistura do diesel utilizado como combustÃvel. A previsão é aumentar este percentual para 20% nos próxim...
Acervo conta história da sanidade agropecuária
22 de fevereiro de 2012
Acervo com mais de 340 mil documentos que contam a história da sanidade agropecuária paulista e brasileira estão sendo resgatados pelo Instituto Bi...
Veterinários brasileiros conhecem sistema de registro animal da Bélgica
22 de fevereiro de 2012
A delegação brasileira que esteve na Europa na última semana, formada por veterinários da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio e da...
Confinamento de gado pode aumentar 15% no Estado
22 de fevereiro de 2012
Em 2012 o paÃs deverá aumentar de 3 para 4 milhões de cabeças o número de bovinos terminados em confinamento. Crescimento de 10 vezes se comparad...
Produção de bioeletricidade dobra em Mato Grosso do Sul
22 de fevereiro de 2012
O setor sucroenergético em Mato Grosso do Sul praticamente dobrou a produção de bioeletricidade a partir do bagaço da cana-de-açúcar em 2011. Se...